Divergente

Eu já fui menos relapsa com esse blog… Mas cá estou eu para meter o pau mais uma crítica construtiva sobre a história que tá fazendo a cabeça da mocidade: Jogos Vorazes Divergente.

Eu não li os livros, portanto, os comentários são baseados apenas na minha primeira impressão da história através do filme.

Um futuro distópico. Pessoas divididas em determinados grupos. Uma menina habilidosa e determinada a lutar pela moral e os bons costumes justiça. Romance. Não, não estou falando de Jogos Vorazes.

 
 

Neste caso, a menina em questão é Beatrice (a protagonista de “A culpa é das estrelas” Shailene Woodley) que ao completar 16 anos, tem que escolher entre as diferentes facções que a cidade está dividida. São elas:

Abnegação – facção dos pais de Beatrice. São altruístas, o importante é ajudar os outrosZzZ e por isso não são vaidosos, e andam como uns maltrapilhos.

Amizade – aquela galera irritante que já acorda de bom-humor de manhã e estão sempre felizes. Trabalham nas plantações.
Sinceridade – falam somente a verdade doa a quem doer, ou seja, grossos.
Audácia – uns masoquistas que ficam fazendo parkour, pulam de prédios, de trem em movimento, escalam tudo o que veem pela frente…
Erudição – são os que sabem de tudo. Como conhecimento é poder, adivinha qual facção é a vilã na história?
Antes de escolherem qual facção vão pertencer, eles passam por um teste que indica para qual delas eles tem vocação. Porém, os testes de Beatrice são inconclusivos, pois ela estaria apta tanto para a abnegação, quanto para a erudição e a audácia. Como este resultado é raro, ela é uma Divergente, mas não pode contar este resultado a ninguém, pois os divergentes são vistos como uma ameaça aos eruditos, que querem tomar o poder dos abnegados.
Dividida entre essas três opções, Beatrice opta pela Audácia. Então, boa parte do filme vai focar na adaptação dela nesta facção, (apanhando muito basicamente) que é onde ela conhece a Alicia Keys
e o Quatro, o cara que vai ajudá-la a se manter na facção (pois caso ela não tivesse o resultado desejado, ela seria expulsa e se tornaria uma sem facção, que são tipo os mendigos da sociedade) e ser o par romântico dela.
 
Aí ele tira a camisa….

… e eu meio que perdi o fio da meada.

 

Mas o filme é legalzinho… Dá p/ ver sem morrer de tédio, o que já acho uma grande coisa hoje em dia.

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Um comentário sobre “Divergente

  1. Ana Carolina

    Como eu já te disse antes o primeiro livro é o mais fraquiho, principalmente por focar nas facções e tal… eu achei o filme bem fiel ao livro, espero que os próximos também sejam, e posso garantir que se forem fiéis serão bem melhores que esse 😉

    Bjs

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