Madonna in Rio

No último domingo (1), like a virgin fui até o parque dos atletas para ver a rainha do pop pela primeira vez.

Consegui vê-la de perto, sem maquiagem, trajando um boné, lenço, luva e todos os acessórios que ela encontrou pela frente descontraída e perguntando ao público: “sou cadela? sou perigueti?”, após ser chamada de gostosa pelos fãs, que estavam eufóricos por ver a Rainha do Pop tão de perto.

Depois de uma longa espera, às 23h o palco se converte numa igreja com direito a canto gregoriano anunciando a entrada da cantora, que suspensa num confessionário começa a cantar “Oh my God,I’m heartly sorry for having offended Thee”, abrindo assim, com Girl Gone Wild de seu último álbum, MDNA.

Revolver e Gang Bang vem na sequência, com direito à lutas e tiros. Então, a famosa introdução de “Papa don’t preach” começa e o público se empolga ao relembrar um sucesso antigo, mas para tristeza coletiva, a música é editada para vir Hung Up logo em seguida, num Medley. Fiquei CHATIADA. Essa primeira parte do show é concluída com “I don’t give A” e enquanto muda de roupa, os bailarinos dançam ao som de Best Friend.

Vestida como uma paquita, Madonna chega com Express Yourself, onde aproveita para dar uma alfinetada em Lady Gaga ao cantar o refrão de Born this way, seguida de She’s not me. Com uma banda suspensa no ar e no melhor estilo ‘desfile de 7 de setembro’, é a vez do primeiro single de seu último trabalho, Give me all your luvin’.

Após Turn up the radio, é o momento ‘latino’ do show onde a cantora começa a arranhar um portunhol e manda um ‘Estan listos?’. P***, Madonna! Mesmo tendo namorado um brasileiro, você manda uma dessas? Logo ela se corrige e pede para que o público cante com ela Open your heart. Com um arranjo diferente, o público se empolga mais uma vez e levanta balões em formato de coração, os quais ela agradece depois.

Depois de um discurso meia-boca sobre a paz e “que para mudar o mundo, devemos começar mudando nós mesmos” e a totalmente dispensável Sagarra Jo, ela canta Masterpiece e encerra o “segundo ato”.

Novamente, os dançarinos ocupam o palco ao som de Justify my love enquanto ela se prepara para Vogue, um dos pontos altos do show que é seguida de Candy Shop e Human Nature.

Um piano surge no palco, Madonna se deita “sensualizando” e interagindo com o público que estava perto das passarelas e assassina canta Like a virgin, que muita gente demorou a reconhecer, já que estava num versão “recitada sexualmente”. Com dinheiro pendurado em seu top, um de seus dançarinos aperta seu colete quase quebrando suas costelas enquanto ela canta Love spent. Fim do terceiro ato.

Madonna volta com I’m addicted, I’m a sinner e a melhor de seu repertório, a que mais empolgou os presentes (não falo só pór mim, mas foi nítido isso): Like a prayer. Felizmente, em versão original com direito ao coral e tudo, foi sem dúvidas a melhor música da noite, seguida por Celebration, que encerra o espetáculo.

Não restam dúvidas de quem é rainha, nunca perde a majestade. Isso foi breeeega, mas é a verdade!

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2 comentários sobre “Madonna in Rio

  1. Ana Carolina

    Apesar de todo atraso, cansaço e perrengue que passamos eu adorei! Valeu a pena!
    Não pelo repertório, que poderia ter sido bem melhor, mas pelo espetáculo como um todo. Muito animado o tempo inteiro, com efeitos incríveis, definitivamente foi um ótimo show!
    bjss

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