Evanescence in Rio

Olá,

como de costume, nesse mês fui a mais um show na HSBC Arena, dessa vez fui ver o Evanescence, com abertura do The Used.

The Used p/ quem não lembra, foi uma das primeiras bandas emo/screamo sei lá a nomenclatura que usam, ou seja, caras que abusam do lápis de olho, com cabelo comprido e cara de maluco tipo Ozzy, mas com voz de Pierrer Bouvier (do Simple Plan)a surgir em 2001.

Eu não lembrava deles até ouvir The taste of ink que era a única que eu conhecia, o resto eu fiquei na dúvida porque eram todas iguais.

Embora tivesse uma galerinha pulando e dando uma moral para uma banda decadente, a pose do vocalista não ajudava. Na boa, beber água e ficar cuspindo na galera é nojento e nada mais. Não é ‘atitude rock n’ roll’, é uma pose escrota que recebeu umas vaias bem merecidas (mas não sei se o vocalista chegou a ouvir). Felizmente o show foi curto, menos de 1h.

Eu tinha 13/14 anos quando o Evanescence lançou Fallen e conquistou a fama mundial. Como toda jovem confusa que se deixa fascinar facilmente por qualquer coisa diferente, no caso, uma banda muito diferente do que eu estava acostumada a ouvir até então, achei incrível uma mulher liderar uma banda de metal alternativo (?) e ser tão afinada. Desde então, ouvia direto Going under, Bring me to life, Everybody’s Fool e My immortal.

Logo, ir ao show de uma banda que vc escuta desde a adolescência, não deixa de ter uma ‘carga nostálgica’ muito grande, o que só torna o show mais especial (pelo menos comigo é assim).

Particularmente, o último álbum da banda eu achei o melhor e ter visto a performance deles no Rock in Rio pela TV só aumentou minha vontade de vê-los ao vivo.

A essa altura, você já deve estar pensando ‘Ninguém se importa. Cala a boca e fala logo sobre o show’.

Como de costume, Amy Lee abriu o show com What you want, com Going under, The other side, Weight of the world e Made of stone na sequência.

Depois ela se senta ao piano para cantar Lithium, Lost in Paradise e My heart is broken. O mais impressionante é que ao vivo ela é tão afinada quanto nas gravações, e quem conhece a banda sabe que cada música exige um baita fôlego, mas ela tira de letra e sai muito naturalmente.

Continuando, Amy canta Oceans, The Change, Lacrymosa, Call Me When You’re Sober, Imaginary e a queridinha Bring Me to Life.

No bis, Amy Lee fala que como o Brasil sempre foi um grande público desde o início da carreira, não haveria lugar melhor no mundo para tocar uma música inédita. Eu acho que o artista realmente pensa que os fãs vão se sentir presenteados por isso, mas na boa, quando ela disse isso eu pensei “ahhhh pqp, aposto que ela vai deixar de tocar uma que eu adoro, logo p/ cantar essa que ninguém conhece ¬¬” e não deu outra. Ela deixou de cantar Disappear p/ cantar If you don’t mind. Logo depois ela se senta ao piano para encerrar com a música mais bonita e mais cantada, My immortal que teve direito a chuva de prata quando a banda entra p/ tocar com ela. Foi muito bonito.

O show foi muito bom, mas como ela deixa de cantar Sweet Sacrifice!?!?! Podia ter cantado essa no lugar de Whisper, mas como não existe setlist 100% perfeito p/ quem é fã, sempre fica faltando alguma, mas valeu do mesmo jeito.

Que venha o Kiss agora!

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Um comentário sobre “Evanescence in Rio

  1. Ana Carolina

    Eu gostei mt do show, Amy Lee canta mt ao vivo!!
    Quanto ao show do The Used o que eu posso dizer é que o vocalista é um grande babaca por achar legal ficar cuspindo nas pessoas!
    bjs

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