Os piores livros que eu já li

Olá,

primeiramente gostaria de agradecer a todos que participaram da promoção. Vocês lembraram de posts que nem eu lembrava xD A vencedora é a Lê Favero porque eu achei a resposta dela a mais criativa =) simples assim hahahaha Mas meus fieis leitores, não desanimem porque em breve eu posso fazer outra promoção ;D

Agora vamos ao post de hoje…

Não é sempre que a gente acerta a mão ao comprar um livro. Um autor renomado, uma capa atraente e uma sinopse envolvente são capazes de nos atrair tão facilmente (ok, parei de rimar, juro que não foi proposital) que acabamos comprando-os. Nas minhas milhares idas às livrarias, foram poucas as vezes em que fiquei descontente com um livro que parecia ser promissor (por serem best-sellers), porém eis os que me decepcionaram…

Obs: é um exagero falar que esses são os piores livros que eu já li, digamos apenas que não foram tão bons quanto eu esperava…

A estrada da noite – Joe Hill

Sinopse: A estrela de rock de meia-idade Jude Coyne coleciona objetos antigos mórbidos. Assim, ele não pensa duas vezes antes de comprar um paletó assombrado pelo fantasma do dono morto, publicado em um site de leilão online. Só depois que chega, Jude descobre que o paletó pertenceu a Craddock McDermott, o padrasto de uma das fãs descartadas por Coyne, e que o fantasma do velho homem é um espírito maligno determinado a matar Judas por vingança pelo suicídio de sua enteada. Jude e sua namorada caem na estrada numa tentativa de fugir do fantasma e encontrar um jeito de detê-lo.

– A história é parada e não prende tanto a atenção como a sinopse dá a entender. Aliás, tem capítulos dispensáveis. O filho do Stephen King conseguiu se consagrar com esse livro, sem usar o nome do pai e acredito que é um nome que ainda escutaremos muito. Porém, não acho que essa história seja tão boa quanto dizem que é. Só fui eu que achei o fantasma chato? Ele não faz (quase) nada e a justificativa para tal perseguição é fraca. Ao meu ver, o livro todo é uma grande metáfora para falar de fantasmas do passado de Jude que envolvem abusos e agressões, o que na minha opinião é um grande clichê. Não achei muito genial personificar os tormentos do passado de um protagonista autodestrutivo e fazer com que o persiga literalmente. Pelo visto, minha humilde opinião é compartilhada pela minoria, já que devido ao grande sucesso, a história vai virar filme..

Do Joe Hill, recomendo “Fantasmas do século XX” que é muito bom ;D

A conspiração franciscana – John Sack

Sinopse: Em 1230, a Ordem dos Franciscanos dissimulou os estigmas da pele de São Francisco de Assis e escondeu o lugar exato de sua tumba, que só seria descoberta 600 anos depois. Que segredo terrível e ameaçador a Igreja desejava ocultar? Pouco antes de morrer, frei Leo, um grande companheiro de São Francisco, escreve uma carta de despedida para seu amigo Conrad e esconde nos ornamentos do pergaminho uma mensagem que faz referência a acontecimentos misteriosos da vida do santo. Preocupado com as possíveis implicações políticas e religiosas da carta, Conrad abandona seu isolamento nas montanhas e atravessa a Itália para encontrar explicações. Que motivação estaria por trás da atitude de frei Leo? E por que mandara uma mensagem cifrada? Ao buscar respostas, Conrad descobre uma armação de altos membros do clero para proteger um segredo que poderia destruir a Ordem e abalar os alicerces da Igreja Católica, colocando em risco sua vida, seus votos e sua própria fé.

– O que me chamou a atenção na sinopse? Parece coisa do Dan Brown, provavelmente esse e muitos livros foram inspirados em “O código da Vinci”, porém diferente do Código, a Conspiração é longo e chato. O enredo vai se perdendo no meio do caminho e a leitura parece não acabar nunca. Quando finalmente você chega no final, eis um segredo nada satisfatório. Sei lá, estava esperando muito mais, embora o tal segredo faça sentido dentro de tudo que a looooooooooonga história conta. Acho que depois que você lê os livros do Dan Brown, todos os outros que prometem uma história no mesmo estilo vão te desapontar e acredito que foi isso que aconteceu comigo em relação a esse livro…

O guardião de memórias – Kim Edwards

Sinopse: Uma violenta tempestade de neve obriga o Dr. David Henry a fazer o parto de seus filhos gêmeos. O menino, primeiro a nascer, é perfeitamente saudável, mas o médico logo reconhece na menina sinais da síndrome de Down. Guiado por um impulso irrefreável e por dolorosas lembranças do passado, Dr. Henry toma uma decisão que mudará para sempre a vida de todos e o assombrará até a morte: ele pede que sua enfermeira, Caroline, entregue a criança para adoção e diz à esposa que a menina não sobreviveu. Tocada pela fragilidade do bebê, Caroline decide sair da cidade e criar Phoebe como sua própria filha. E Norah, a mãe, jamais consegue se recuperar do imenso vazio causado pela ausência da menina. A partir daí, uma intrincada trama de segredos, mentiras e traições se desenrola, abrindo feridas que nem o tempo será capaz de curar.

– Um dos poucos casos em que o filme é melhor que o livro, e por que? Porque o filme é sucinto e conta o principal e essencial da história, não fica enrolando eternamente com lembranças do passado como o livro faz. O livro é chatíssimo, o que é uma pena porque a história é realmente bonita. Vejam o filme ;D

O vencedor está só – Paulo Coelho

Sinopse: A história se passa nas 24 horas de um dia no Festival de Cannes. Entre os personagens, um costureiro, uma modelo e um serial killer. Um thriller cuja ação se desenvolve em menos de 24 horas, e que se lê de um só fôlego.

-Uma coisa é fazer um livro policial. Outra coisa é fazer um livro mostrando quanto os valores da sociedade atual estão deturpados, e falar do culto às celebridades, do capitalismo, etc. Não coloque ambos no mesmo livro porque você perde o foco e deixa a história chata, como é o caso de “O vencedor está só”.

Escrito nas Estrelas – Sidney Sheldon

Sinopse: Lara Cameron é uma mulher moderna e visionária que, durante toda sua vida, trabalhou arduamente para erguer a Cameron Enterprises, um verdadeiro império no ramo imobiliário. Usando sua grande inteligência e capacidade de identificar as pessoas certas para ajudá-la a ultrapassar cada obstáculo, ela se tornou uma rainha em um universo tradicionalmente dominado por homens, conquistando assim fortuna e renome além de qualquer expectativa. Porém, um presente de glórias e sucesso oculta um passado sombrio e repleto de monstros que ameaçam retornar e destruir tudo que Lara construiu. Alguém planeja uma vingança que, se bem-sucedida, fará com que Lara perca não só sua reputação, como também o controle de seu império, ao qual ela dedicou toda a sua vida e muito de sua própria alma.

-Esse foi o primeiro livro do Sidney Sheldon que eu li, e ainda bem que não me deixei desanimar por ele, porque gosto tanto de suas histórias que já li sua obra toda. Podemos resumir a história em: construir prédios – ganhar dinheiro – perder tudo. Na verdade, os outros livros dele não são muito diferentes disso não, mas a protagonista desse não é tão foda (com o perdão da palavra) quanto às outras… Quem leu “Se houver amanhã”, por exemplo, sabe do que eu estou falando… A narrativa de “Escrito nas Estrelas” chega a ser cansativa algumas vezes, por isso que eu não recomendo porque qualquer outro livro dele é muito melhor ;D

É isso, gente…

Bjs

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4 comentários sobre “Os piores livros que eu já li

  1. Não comentei no último (da promoção) mas comento nesse hahahaha
    Uma vez eu peguei na Nobel uma “amostra grátis” do A Estrada da Noite e parecia ser interessante… na verdade, todos os livros que vc comentou parecem ser interessantes quando você lê a sinopse. Pelo menos agora sei que estou poupada de ler os livros e me decepcionar depois hahahahahaha
    Voce podia fazer um post com livros que vc recomenda, né?

    Beeeeijo :*

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  2. Ana Carolina

    Eu gostei de “A Estrada da noite”, não é nenhuma maravilha mas é bom!”Escrito nas Estrelas” também dá pra ler!
    E achei “O vencedor está só” muiito legal, não conseguia parar d ler!
    os outros tive vontade de ler mas não li, ainda..
    bjs

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  3. Eu cometo o pecado (ou não?) de escolher um livro desconhecido pela capa. E certamente, neste caso, eu passaria longe de qualquer um desses do post. Eu poderia estar realmente perdendo algo sensacional, mas prefiro não arriscar. A sinopse também me chama a atenção, mas não a ponto de comprar o livro as cegas, prefiro comprar um que eu já tenha em mente ou de um autor que conheço e gosto. Uso a biblioteca quando quero experimentar algo diferente XD

    Agora esse Sidney Sheldon… Tem zilhões de livros, em todos os cantos (livrarias, bibliotecas, bancas de jornal, sebos, casa da minha tia) e nunca li nada dele. Será que é porque as capas não me agradam?

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