Antes de partir / Tinha que ser você

Olá,

domingo é dia de ficar com a bunda no sofá o dia inteiro, e ao invés de ver Pânico na TV (que já deu o que tinha que dar) ou o velho mais safadjenho da tv, Silvio Santos, resolvi assistir mais filmes hoje.

Sinopse: Carter Chambers (Morgan Freeman) é um homem casado, que há 46 anos trabalha como mecânico. Submetido a um tratamento experimental para combater o câncer, ele se sente mal no trabalho e com isso é internado em um hospital. Logo passa a ter como companheiro de quarto Edward Cole (Jack Nicholson), um rico empresário que é dono do próprio hospital. Edward deseja ter um quarto só para si mas, como sempre pregou que em seus hospitais todo quarto precisa ter dois leitos para que seja viável financeiramente, não pode ter seu desejo atendido pois isto afetaria a imagem de seus negócios. Edward também está com câncer e, após ser operado, descobre que tem poucos meses de vida. O mesmo acontece com Carter, que decide escrever a “lista da bota”, algo que seu professor de filosofia na faculdade passou como trabalho muitas décadas atrás. A lista consiste em desejos que Carter deseja realizar antes de morrer. Ao tomar conhecimento dela Edward propõe que eles a realizem, o que faz com que ambos viagem pelo mundo para aproveitar seus últimos meses de vida.

-> Qual o resultado quando se reúne 2 atores de alto nível num só filme? Excelência!
Jack Nicholson e Morgan Freeman se encontram no mesmo quarto, na mesma situação. Eles são totalmente opostos: o rico e o pobre, o solitário e o homem de família, o cético e o religioso. Mas possuem algum em comum: menos de 1 ano de vida. Saber que a morte se aproxima e que tem dia marcado p/ chegar muda as pessoas. Você pode escolher se render à tristeza e ceder mais cedo ou você pode escolher viver tudo que você não viveu numa vida inteira nesse pouco tempo que lhe resta, e eles escolhem viver. Antigos arrependimentos, sonhos antigos… eles vão vivenciar experiências emocionantes até seus últimos dias. A maior lição do filme é: não espere estar a beira da morte para viver tudo que você tem p/ viver. Tem uma cena no filme que eu achei sensacional, e é +/- assim:

O Edward está tentando convencer o Carter a viajar com ele p/ aproveitar os últimos meses, e numa cena anterior o Carter diz “45 anos passaram tão depressa” (ele diz isso ao lembrar do sonho que ele abandonou quando tinha 21 anos) e o Edward replica: “se 45 anos passaram tão rápido…”, deixando implícito que se 45 anos passaram tão rápido, 1 ano (ou até menos) então seria um piscar de olhos quase que literalmente.

Essa mensagem pode ser até batida em alguns filmes, assim como já se tornou clichê o termo “Carpe Diem” (salve Sociedade dos Poetas Mortos!), mas ela não perde sua importância por isso. “Vamos viver tudo que há p/ viver, vamos nos permitir”!

Em suma, o filme é excelente e todos deveriam assistir ;D

Sinopse: Charlie Hudson (Michael Vartan), um ex-negociador da policia de Nova York, hospeda se com sua noiva Claire Parker (Joelle Carter) uma bem sucedida mulher de negócios, em um hotel próximo ao Central Park, para juntos, planejarem a festa do casamento. Mas quando uma inesperada oportunidade de negócios surge, Clarie viaja e o deixa só. Ao acaso, ele se encontra com Anna Penn (Natasha Henstridge), uma professora que assim como ele está no hotel acompanhada de seu noivo David Allen (David Healy), um executivo que não pode passar o fim de semana com ela para planejar o casamento. Sozinhos, Charlie e Anna terminam se apaixonando e passando os dias conversando com seus consultores e com seus melhores amigos. Dias que mudaram a vida de todos para sempre.

-> Sim, é um “girly movie”. É uma boa comédia romântica que não deixa nada a dever à outras mais famosas. O ator francês (Mon Dieu! Je pense qu’il est tré beau xD) que conquistou muitas meninas em “Nunca fui beijada”, interpreta novamente o mocinho lindo e romântico que a gente nunca vai encontrar na vida real. O final é bem bonitinho (como em toda comédia romântica) e é um ótimo filme p/ se ver numa tarde de domingo depois do almoço.

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Todo mundo já ficou com uma música na cabeça por um tempo indeterminado. Não tô falando de Rebolation, Créu, Tô nem aí e porcarias grudentas do tipo, e sim de músicas que você de fato sempre gostou, mas que de repente se tornam um vício, e você não consegue ficar um dia sem ouví-las. Eu particularmente, poderia dizer milhares de músicas que são assim comigo, e hoje eu vou postar a que não sai da minha cabeça atualmente.

Last Kiss (versão do Pearl Jam)

Oh where, oh where can my baby be?
The Lord took her away from me.
She’s gone to heaven, so I’ve got to be good,
So I can see my baby when I leave this world.

We were out on a date in my daddy’s car,
we hadn’t driven very far.
Up in the road, straight ahead,
a car was stalled, the engine was dead.
I couldn’t stop, so I swerved to the right.
I’ll never forget, the sound that night–
the screaming tires, the busting glass,
the painful scream that I– heard last.

Oh where, oh where can my baby be?
The Lord took her away from me.
She’s gone to heaven, so I’ve got to be good,
So I can see my baby when I leave this world.

When I woke up, the rain was pouring down.
There were people standing all around.
Something warm flowing through my eyes,
but somehow I found my baby that night.
I lifted her head, she looked at me and said,
“Hold me darling just a little while.”
I held her close, I kissed her–our last kiss.
I’d found the love that I knew I had missed.
Well now she’s gone, even though I hold her tight.
I lost my love, my life– that night.

Oh where, oh where can my baby be?
The Lord took her away from me.
She’s gone to heaven so I’ve got to be good,
So I can see my baby when I leave this world.

A música é de Wayne Cochran e foi escrita em 1962 (percebe-se que é dessa década ao ouví-la), mas alcançou um mair sucesso quando o Pearl Jam a lançou como single.

A voz meio rouca do Eddie Vedder se encaixou perfeitamente nessa música e o que eu mais gosto nela é que ela conta uma história que é triste e bonita ao mesmo tempo. É uma letra simples que diz tudo que precisa dizer sem ter que apelar p/ rimas desconexas só p/ encaixar no tempo e no ritmo.

Quem nunca ouviu, vale MUITO a pena ;D

Boa semana!

B-joks

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2 comentários sobre “Antes de partir / Tinha que ser você

  1. Esse “Antes de Partir” dv ser mt bom msm, pelo mnos td mundo q ve adora, e os 2 são otimos atores! E pelo visto passa uma “filosofia de vida” bem legal ahuahuah
    Eu nunca vi akele ator em outro filme sem ser “Nunca fui beijada” hauhauahuah pelo menos agora eu sei q ñ foi o unico trabalho dele hauahuah
    Essa musik tem uma letra mt bonitinha, e fui escutar gostei bastante!
    Vc como sempre indicando filmes e musicas bem legais! 😉
    bjs

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  2. Antes de Partir é um filme de altíssimo nivel. Dá pra refletir um bocado com ele… Aliás, o Freeman é um p_ta ator, difícil ver um filme que é ruim e ele atua…
    Pearl Jam… Eu tinha uma camisa deles. Onde foi parar? Acho que dei pro morro do Bumba hahaha. Mas o detalhe é que nunca ouvi pearl jam na minha vida. Não me bata! Mas essa letra, pelo que entendi, é bem interessante.

    Beijos.

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