As mulheres mais cruéis II

Olá,

como foi a Páscoa de vocês? Se entupiram de chocolate? Não precisa responder,  só estava sendo educada…

Como vocês gostaram do post passado, hoje eu postarei sobre mais mulheres cruéis, então se preparem p/ um post grande e sangrento muahahahahaha

Agripina, a Jovem (pois sua mãe tinha o msm nome, logo a filha ficou sendo “a jovem” ou “a menor”)

Irmã de Calígula, tornou-se imperatriz ao se casar com seu tio Cláudio (sendo a 4ª esposa, já que a 3ª foi Messalina).

Nero (o que botou fogo em Roma) foi fruto de seu primeiro casamento com Gneu Domício Aenobarbo. Tendo influência sobre seu tio/marido, convenceu-o a adotar Nero como seu filho. Cláudio o otário consente e nomeia o enteado/sobrinho-neto como sucessor, apesar de ter ele próprio um herdeiro, Britânico.

Ela planejou a morte por envenenamento do seu próprio marido para que Nero assumisse o poder. Nero assumiu o trono e, ironicamente, um dos seus atos foi mandar executar a própria mãe. Que família!

Durante algum tempo, Agripina gozou do favor do filho que controlava segundo as suas conveniências. Mas em breve, Nero fartou-se da sua companhia e das críticas ásperas que lançava a suas veleidades artísticas. Agripina foi afastada da corte imperial e privada de todos os privilégios cerimoniais (que incluiam, notadamente, uma guarda de corpo de soldados germânicos). Não satisfeito, Nero tentou envenená-la por três vezes, mas, como membro sobrevivente da família imperial, Agripina estava bastante acostumada a tomar antídotos (a velha história que vaso ruim não quebra).

Nero teve a ideia de mandar construir nos aposentos da mãe um teto especialmente preparado para desabar enquanto ela estivesse a dormir. O plano falhou. Depois, subindo no grau de elaboração, Nero mandou chamar a mãe, em Roma, para vir até a corte, então em vilegiatura em Baiae, sob pretexto de uma reconciliação, e como meio de transporte marítimo enviou uma galera cerimonial. Galera essa que fora apetrechada com um sistema de alavancas que permitia o colapso da cobertura. O plano parecia sem falha e Agripina destinada a morrer esmagada na viagem de retorno sob os destroços do naufrágio. Porém, o sistema requeria a ação conjunta dos marinheiros do navio, que não encontraram coragem para arriscar a vida no naufrágio iminente. Gerou-se a confusão e o barco acabou por ir ao fundo, porém, mais lentamente do que o esperado. Agripina percebeu o que se passava quando uma das suas escravas foi brutalmente assassinada pelas tropas de “resgate” depois de afirmar – pensando que assim se salvaria – ser a imperatriz. Saltando do navio, Agripina nadou para a margem e salvou-se outra vez (dura de matar). Então, Nero viu os seus planos expostos e não lhe restou outra opção que não a de denunciar a mãe ao Senado como conspiradora e mandar um destacamento da guarda pretoriana para matá-la. Conta a lenda que Agripina pediu aos seus carrascos que a esfaqueassem na barriga, em que carregara tão monstruoso filho.

Myra Hindley

Autora de crimes que chocaram até mesmo os mais antigos investigadores de homicídio, Myra Hindley não estava sozinha, tinha em Ian Brady mais que um companheiro, na verdade ele era um mentor e cúmplice em suas atrocidades.

Em Hattersley, uma cidade da Inglaterra, em 1960, Hindley, então com 23 anos, e Brady, com 28, moravam na casa da avó dela e passavam despercebidos pela maioria dos vizinhos, que não os conheciam nem podiam imaginar todo o horror que a dupla era capaz de provocar.

Enquanto torturavam e assassinavam, os dois ainda tinham o sádico prazer de gravar os gritos das vítimas e fazer fotos pornográficas, que comprovavam o abuso sexual.

Tudo corria bem para os dois, até o momento em que decidiram recrutar mais um agente para seus crimes. O escolhido foi David Smith, cunhado de Hindley, cujo passado de violência e alcoolismo parecia perfeito para acompanhá-los. O casal achou que uma demonstração de seus atos seria o suficiente para convencê-lo. Dessa forma, convidaram-no para assistir Brady matar um garoto de 17 anos a machadadas (foram 14 ao todo), ao final das quais o assassino estrangulou a vítima, durante todo o tempo fazendo piadas. Smith ajudou Brady e Hindley a limpar tudo e preparar o corpo para o enterro, mas, na manhã seguinte, foi com sua esposa a uma delegacia e denunciou os dois.

Apesar de negarem os onze assassinatos dos quais eram suspeitos, um de seus hábitos acabou por denunciá-los: uma foto de Hindley no pântano, olhando para um buraco cheio de entulho, deu aos investigadores a dica de onde começar a procurar por corpos. No local indicado pela foto foi encontrado o corpo de um menino de 12 anos, John Kilbride. As buscas encontraram mais corpos e talvez a vítima de maior impacto: Leslie Downey, 10 anos, desaparecida há dez meses, havia sido fotografada em posições pornográficas enquanto sofria abusos sexuais. Ela também foi torturada, tendo sido encontrada uma fita na qual foram gravados seus gritos nos últimos momentos de vida.

Myra e Ian eram extremamente frios e nunca demonstraram remorso pelo que tinham feito. Pelo contrário, meses após assassinarem sua primeira vítima, Pauline Reade, de 16 anos, Myra continuava cumprimentando sua mãe quando passava por ela. Seu corpo, aliás, foi encontrado quase duas décadas depois, com a garganta cortada.

Os dois foram condenados à prisão perpétua e Myra afirmava que só participou dos crimes porque Ian abusava dela, além de ameaçar matar sua família. Myra morreu na cadeia, aos 60 anos, depois de tentar, sem sucesso, o direito à condicional.

Aileen Carol Wuornos (essa foto não está igual a daquelas mulheres que participam do 10 anos + jovem?)

Foi uma prostituta considerada, errôneamente, a primeira mulher assassina em série da américa. Sua mãe a abandonou junto com o irmão Keith, que foram adotados pelos avós. Seu pai, tirano e psicopata, foi preso, em 1969, onde se suicidou. Sua face é marcada por cicatrizes que vêm de comportamentos auto-mutilantes durante a infância. Engravidou do próprio irmão e aos 14 anos foi internada em um centro para as mães que entregam seus filhos para adoção.

Passou a frequentar ambientes lésbicos e namorou com Tyra Moore, com quem permaneceu por quatro anos, em que se sustentaram com uma renda apertada conseguida com a prostituição de Aileen e outros crimes. A cumplicidade de ambas as conduziu para o vandalismo, a violência e o ódio. Um ano depois sua conduta ficou absurdamente incontrolável, levando continuamente uma arma na bolsa. Convenceu sua amante que deveria vingar-se dos homens por tudo o que eles tinham feito com elas por toda a vida e começou a matança.

Sua primeira vítima foi Richard Nallory, um eletricista de 51 anos encontrado no dia 13 de dezembro de 1989, perto de Daytona Beach, com três tiros de bala. Aileen o matou após ter sido, por ele, espancada, estuprada e ameaçada de morte. Ao que tudo indica, sua primeira vítima foi feita em legítima defesa. Seis meses depois outro homem foi morto com seis tiros, e sem identificação. Matou ao menos seis homens. Aileen foi encontrada junto com sua companheira através de denúncias. Confessou os seis assassinatos e depois de um longo julgamento e um exame psiquiátrico, foi condenada à morte e executada, por ordem de Jeb Bush, por meio de injeção letal no dia 9 de outubro de 2002. Na prisão, Aileen foi diagnosticada com transtorno de personalidade borderline, uma doença mental causada por longa exposição a traumas e que faz seus portadores cometerem esforços frenéticos para se evitar um abandono, além de serem bastante impulsivos.

Mary Ann Cotton

Foi uma serial killer inglesa que matou 21 pessoas por envenenamento por arsênico.

Com 20 anos, casou-se com William Mowbray e tiveram 5 filhos, 4 dos quais morreram de febre gástrica ou dores de estômago. Mudaram-se para o nordeste onde tiveram mais 3 filhos, que morreram também. William morreu de uma doença intestinal em 1865. Com sua morte, Mary Ann recebeu um pagamento de 35 libras, porque William era assegurado pelo “British and Prudential Insurance”.

Após a morte dele, ela mudou-se para Seaham Harbour, envolvendo-se com Nattrass Joseph, que por sua vez estava envolvido com outra mulher. Durante esse período, sua filha de 3 anos e meio morreu, deixando-a com 1 filho de 9 que ela havia tido.

Ela trabalhou como enfermeira e enviou sua única filha, para viver com sua mãe. Um de seus pacientes na enfermaria era George Ward, que veio a se tornar seu segundo marido. George continuou sofrendo de problemas de saúde, mas morreu depois de uma longa doença caracterizada por paralisia e problemas intestinais. O atendimento médico, mais tarde, evidenciou que embora Ward estivesse muito doente, era uma surpresa que ele tivesse morrido tão de repente. Mais uma vez, Mary Ann recebeu dinheiro do seguro com a morte do marido.

Posteriormente, foi contratada por James Robinson, que era viúvo. Logo depois, o filho de James morreu de febre gástrica e ele foi procurar conforto em sua governanta, engravidando-a.

Pouco tempo depois, sua mãe ficou doente e ela foi visitá-la. Embora sua mãe estivesse começando a melhorar, começou a se queixar de dores no estômago e morreu 9 dias depois da chegada da filha.

Sua filha (que estava morando com a avó) foi morar com ela, mas logo começou a sentir dores no estômago e morreu. Mary Ann ainda teve mais 3 filhos com James e todos morreram.

James começou a suspeitar da insistência de Mary Ann para que ele fizesse um seguro de vida. Ele descobriu que ela tinha uma dívida de 60 libras e que havia roubado mais de 50 libras as quais ela deveria ter depositado. A gota d’água foi quando ele descobriu que ela forçava seus filhos a penhoarem bens de valor para ela. Ele a despejou.

Desesperada, casou-se com um irmão de sua amiga Margaret: Frederick, viúvo que havi perdido 2 de seus 4 filhos. Margaret havia sido uma mãe p/s filhos do irmão, porém, acabou morrendo com dores de estômago. Mary Ann logo consolou Frederick e engravidou de seu 11º filho, Robert. Voltou a envolver-se com seu antigo amante Nattrass Joseph. Frederick morreu de “febre gástrica” e o seguro dele e de seus filhos haviam sido retirados.

Ela voltou a trabalhar como enfermeira de um oficial que se recuperava de varíola, John Quick-Manning e dele, teve seu 12º filho. Frederick Jr e Robert morreram, e logo depois Nattrass se foi também devido à febre gástrica.

Charles Edward (o último sobrevivente, filho de Frederick) estava a caminho e ela queria mandá-lo para um reformatório, e mais tarde ele morreu. Depois de sua morte, sua primeira ligação foi para o seguro e soube que nenhum dinheiro seria pago até que uma certidão de óbito fosse emitida. Um inquérito foi feito e chegou-se à conclusão que foi uma morte de causas naturais.

Os jornais locais puxaram a história de Mary Ann e descobriu que ela havia perdido 3 maridos, 1 amante, 1 amiga, sua mãe e 12 filhos, todos com febres gástricas.

O médico de Charles achou arsênico no corpo de Edward e a condenou por seu assassinato. Ela foi julgada e enforcada em 1873.

Erzsébet Bathory

Foi uma condessa húngara da renomada família Báthory que entrou para a História por uma suposta série de crimes hediondos e cruéis que teria cometido, vinculados com sua obsessão pela beleza. Como consequência, ela ficou conhecida como “A condessa sangrenta” e “A condessa Drácula”.

Vaidosa e bela, Erzsébet ficou noiva do conde Ferenc Nadasdy aos 11 anos de idade, passando a viver no castelo dos Nádasdy, em Sárvár. Erzsébet assumia os deveres de cuidar dos assuntos do castelo da família Nadasdy. Foi a partir daí que suas tendências sádicas começaram a revelar-se – com o disciplinamento de um grande contingente de empregados, principalmente mulheres jovens.

À época, o comportamento cruel e arbitrário dos detentores do poder para com os criados era comum; o nível de crueldade de Erzsébet era notório. Ela não apenas punia os que infringiam seus regulamentos, como também encontrava todas as desculpas para infligir castigos, deleitando-se na tortura e na morte de suas vítimas. Espetava alfinetes em vários pontos sensíveis do corpo das suas vítimas, como, por exemplo, sob as unhas. No inverno, executava suas vítimas fazendo-as se despir e andar pela neve, despejando água gelada nelas até morrerem congeladas.

O marido de Báthory se juntava à ela nesse tipo de comportamento sádico e até lhe ensinou algumas modalidades de punição: o despimento de uma mulher e o cobrimento do corpo com mel, deixando-o à mercê de insetos.

O conde Nadasdy morreu em 1604, e Erzsébet mudou-se para Viena após o seu enterro. Passou também algum tempo em sua propriedade de Beckov e no solar de Čachtice, ambos localizados onde hoje é a Eslováquia. Esses foram os cenários de seus atos mais famosos e depravados. Após a morte de seu marido, a companheira de Erzsébet no crime foi uma mulher de nome Anna Darvulia, de quem pouco se sabe a respeito. Quando Darvulia adoeceu, Erzsébet se voltou para Erzsi Majorova, viúva de um fazendeiro local, seu inquilino. Majorova parece ter sido responsável pelo declínio mental final de Erzsébet, ao encorajá-la a incluir algumas mulheres de estirpe nobre entre suas vítimas. Em virtude de estar tendo dificuldade para arregimentar mais jovens como servas à medida que os rumores sobre suas atividades se espalhavam pelas redondezas, Erzsébet seguiu os conselhos de Majorova. Em 1609, ela matou uma jovem nobre e encobriu o fato dizendo que fora suicídio.

Erzsébet foi condenada à prisão perpétua, em solitária. Foi encarcerada em um aposento do castelo de Čachtice, sem portas ou janelas. A única comunicação com o exterior era uma pequena abertura para a passagem de ar e de alimentos.

Katherine Knight

Foi a primeira a mulher a pegar prisão perpétua sem liberdade condicional.

Ela tem um histórico de ser uma pessoa violenta, como por exemplo, ela tentou estrangular David Kellet, em sua noite de núpcias porque ele havia dormido depois de ter transado três vezes. Tiveram um casamento violento e logo após o nascimento de sua filha, Melissa Ann, Keller a deixou. Em resposta, Katherine colocou a filha de 2 meses em uma linha ferroviária pouco antes da locomotiva chegar, em seguida pegou um machado e ameaçou matar várias pessoas. Um homem resgatou a menina e Knight foi presa e levada ao hospital, onde foi diagnosticada com depressão pós-parto e foi liberada. Poucos dias depois, ela cortou o rosto de uma mulher e a obrigou a levar até onde Kellet estava. A mulher escapou quando parou numa estação de serviço; quando a polícia chegou, Katherine já ameaçava tinha pego um garoto como refém e o ameaçava com uma faca.

Mais tarde, ela conheceu David Saunders e foi morar com ele, por ciúmes ela cortou a garganta do filhote de cachorro de dois meses na frente dele como um exemplo do que aconteceria se um dia ele tivesse um caso, isso foi antes dela deixá-lo inconsciente com uma tacada de frigideira na cabeça. Ela chegou a decorar a casa toda com peles de animais, crânios, armadilhas p/ animais, botas velhas, etc.

Mas vamos ao caso que a levou à prisão perpétua, que teve John Price como vítima. John a expulsou de sua casa e pediu uma ordem de restrição p/ q ela ficasse longe dele e de seus filhos. Naquela tarde, ele disse a seus colegas de trabalho que se não fosse trabalhar no dia seguinte, era porque ela o tinha matado. Ele chegou em casa e viu que ela havia mandado as crianças dormir na casa de um amigo. Ele ficou com os vizinhos até as 23h. Knight chegou quando ele estava dormindo e ficou vendo TV. Logo depois ela o acordou, eles transaram e logo depois ele dormiu.

Às 6 da manhã, o vizinho ficou preocupado, pois o carro de Price ainda estava na rua. Os vizinhos tentaram bater na janela do quarto de Price, mas depois de perceberem sangue na porta da frente, chamaram a polícia. Acharam o corpo que havia sido esfaqueado com uma faca de açougueiro e junto dele, ela estava em coma por ter tomado muitas pílulas. Horas depois dele ter morrido, ela o decapitou e cozinhou partes de seu corpo, servindo-se da carne com batata cozida, abóbora, abobrinha, repolho, abóbora e molho e botou a mesa, ao lado de cada prato estava o nome dos filhos de Price, pois ela serviria a “refeição” a eles.

Beverley Gail Allitt

Conhecida como “Anjo da morte”, foi condenada por matar quatro crianças e ferir cinco no hospital Grantham e Kesteven, onde trabalhava. Seu principal método de assassinato era injetar insulina ou potássio para causar ataque cardíaco. Quando não conseguia as injeções, costumava sufocar as crianças. Suas ações nunca foram explicadas, mas acredita-se que ela sofria da Síndrome de Munchausen, doença compulsiva em que o paciente causa, provoca ou simula sintomas de doenças só para obter cuidados e atenções médicas.

Isabel I de Castela

Ex-rainha da Espanha, ordenou que o país aderisse a uma inquisição que começaria a limpar o país religiosamente. Em 1492, o Decreto de Alhambra instituiu que nenhum judeu ou islâmico poderia residir no país. Muitos foram embora, mas os que não tinham condições, tiveram que se converter ao catolicismo.

Mary I Tudor

Foi a primeira a governar a Inglaterra e era contra o anglicanismo. Ela queria retornar com o catolicismo romano como religião oficial no país, mas contou com algumas dificuldades. Por ter criado direitos aduaneiros, reduzido impostos e criticado duramente os empregadores burgueses que davam salários baixos a seus empregados, Mary ganhou vários inimigos. Desesperada e não conseguindo ditar ordens, ela deu ordens para que vários líderes protestantes fossem executados.

Belle Gunness

Suspeita-se que ela tenha matado os maridos que teve e todos os seus filhos. Porém, ela é mais conhecida por ter matado todos os seus namorados e duas de suas filhas, Myrtle e Lucy. Tudo indica que grande parte das mortes eram ligadas a interesses financeiros, como benefícios de seguro por morte e afins. Há suspeitas que ela tenha matado mais de 40 pessoas no decorrer de décadas.

Irma Ida Ilse Grese

Foi empregada no campo de concentração nazista de Ravensbrück , Auschwitz , e foi uma guardiã das mulheres. Estava entre as 44 pessoas acusadas de crimes de guerra no Trial Belsen.

Sobreviventes prestaram depoimentos detalhados de assassinatos, torturas, crueldades e excessos sexuais em que Grese estava envolvida durante os anos em Auschwitz e Bergen-Belsen.

Eles testemunharam atos de sadismo, espancamentos, tiroteios arbitrários nos prisioneiros, ataques brutais por parte de seus cães treinados e alegadamente meio mortos de fome, e à sua seleção de presos para as câmaras de gás. Depois de um julgamento de 53 dias, Grese foi condenada à forca.

Testemunhas afirmaram que ela usou tanto métodos físicos como emocionais para torturar prisioneiros do campo e gostava de atirar neles a sangue frio. Eles também alegaram que ela espancou algumas mulheres até a morte e outras foram chicoteadas com um chicote trançado.

Se você leu até aqui, Parabéns! Porque tem que ter estômago e saco p/ ler esse mega post. Vou ver se faço o próximo mais leve p/ compensar esse…

Boa semana!

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3 comentários sobre “As mulheres mais cruéis II

  1. Essa Agripina acho q eh pior q a Messalina hauhauhauah caraca, epoca das mulheres mais doces em Roma neh hauhauah cruz credo, tinha q ser a mão do Nero msm.
    A Myra Hindley tinha cara d maluca , estaria ótima num filme do Tim Burton.
    “Aileen Carol Wuornos (essa foto não está igual a daquelas mulheres que participam do 10 anos + jovem?)” tah msm ahuahuahuaha,essa eh louca tb!
    Putz eh uma pior do que a outra hauhauha a Mary Ann Cotton matou a familia inteira e mais um pouco!
    “Katherine colocou a filha de 2 meses em uma linha ferroviária pouco antes da locomotiva chegar” cruzes!o final da historia dela eh ainda mais terrivel, meu deus q crueldade…
    As outras tb são terriveis, mas essa me deixou chocada! ahuahuah
    Mt bom o post, naum dah nem pra contar as mortes d tds essas mulheres ahuahuah
    bjuss

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